Já me tinha dado para escrever sobre a Leya quando lá andei a cirandar, e sinto um secreto prazer por ver confirmada a minha intuição de que aquilo não é propriamente uma editora de livros mas mais uma máquina para vender um produto rentável (cedo à tentação dos chouriços, porque nem de longe há qualquer semelhança entre a Leya e qualquer produto tradicional de cheiro). Vi-o naquele ar eficiente e crispado das pessoas, aquele ar de quem tem objectivos muito precisos a atingir. a propósito, esta mania actual de colocar objectivos muito precisos a atingir para cada um, em cada parcela de tempo, se bem que seja muita aritmética é também muito estúpido, porque focamo-nos numa coisa e perdemos o gosto para o improviso e para o espontâneo, sem dúvida, o nosso melhor.Mas a Leya foi Fo....pelo MEC que a mandou Fo...
assim, saborosa a frase, limpinha,lançou a blogosfera num entuasiasmo Primaveril. Toda a gente fala disso.
Agora que todos batem na Leya sinto pena, quero salvá-la! Nós temos de deixar esta mania de ser Românticos e considerar os livros como negócio!! Tento convencer-me. Ok. Têm que pagar aos empregados, ter lucro, etc mas porque não publicam o Cesário Verde? Agora destruir livros para pasta de papel sem tentar vendê-los mais barato, parece-me de" gomitar"como dizia a minha amiga D.Angela depois de beber mais que a sua conta!



















