quarta-feira, 13 de junho de 2012

PROMETHEUS

Pontos prévios: discutir os oito euros do bilhete e o aborrecimento de usar óculos durante duas horas;congratular-me do Ridley Scott ter escolhido a Noomi Rapace para o papel da doutora Shaw: a protagonista; extasiar-me perante a força de determinadas sequências homem, fibra, músculo, orgânico, espiritual, máquina, inorgânico.
O que está em causa em Prometheus é a origem da vida e do mal, como se ambos fossem indissociáveis. A vida, não é o resultado de uma análise ao microscópio, não é uma coisa que se disseca, uma soma de partes, embora também seja, considerá-la como tal, apenas, parece poder conduzir-nos ao princípio da sua destruição. O orgânico disforme da besta, ainda me faz náuseas, e o universo à nossa escala é um sonho incompreensível. PODEROSO!!

4 comentários:

ss disse...

diabos... desta semana não passa!
:))

R. disse...

Também por isso lhe chamaram (ao universo) mistério... Ainda não vi o filme, mas, como sempre, aguças-nos o apetite.

Um abraço.

via disse...

ss: depois diz-me se gostaste!

R: então anda, vai lá ver e depois diz qualquer coisa! abraço

sónia silva disse...

Vi finalmente o filme, seguido da trilogia Millennium, e claro, apaixonei-me pela força e sensualidade da Noomi Rapace.

:)