
sábado, 29 de outubro de 2011
PRAXE PRAGA

domingo, 23 de outubro de 2011
serviço ao domicílio
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
particularidades
o efeito ralo, um sorvedouro por onde se esgota o pensamento, passa, mas poderíamos dizer o fresco da tarde, a lonjura vaga de uma manhã.
o mar aos dias ímpares estaria certo, mas diria as vagas uma ou outra salpicando, os mais belos e afortunados ancorarão a esperança no abraço, no riso, o pão da proximidade corajosa, um e outro ou mundo inteiro para conquistar, seria irrisório afirmar peremptoriamente: mundo inteiro e fugazes sequências lunares na verticalidade do caminho, quando nos inclinamos para beijar.
Quadro: Hermann Seeger
títulos deprimentes

Democracia e falência capitalista.
Vejamos três tópicos que cobrem o espectro opinativo imediato:
1.Estamos falidos.
Portugal não é uma empresa falida. É o Estado actual que está falido. mas a falência não é só nossa, os Estados capitalistas estão todos falidos. o capitalismo arrasou. não são os Estados políticos a governar. o capitalismo é que governa. o FMI, a Banca. etc
2. Passos Coelho com os óculos encavalitados e o ar de retoma (austera) faz lembrar Salazar.
FAZ LEMBRAR e ele próprio acha que sim...não sei bem quais as consequências mas não auguro boas porque Angola, Guiné e Moçambique não podem ser a escapatória, logo, não há por onde escapar à miséria.
3. A economia é estranha, anda tudo com ela na algibeira, a poupança e bla bla bla mas não há uma ideia política inovadora. era esta a altura de ousarmos. por exemplo: descobrir o equivalente ao caminho marítimo para a Índia que já descobrimos.
4. Os protestos nas ruas dão-nos a cor da nossa desconfiança mas também são manipulados vergonhosamente por partidos insatisfeitos e anacrónicos como PC e Bloco.Urge outra revolução para instaurar outra ordem, (acho que vou morrer sem ver). A nova ordem política deixa a cisão esquerda direita. Sempre achei que essa treta dos direitos assentava num facto essencial: O dinheiro. Há que depôr o capitalismo. Fazê-lo baixar a crista. Como vivemos todos segundo o capitalismo, fazê-lo baixar a crista é baixarmos nós a crista ao consumismo desenfreado.Os nossos hábitos de vida são o capitalismo. Vou pensar sobre isso.
Fotografia de Kertész
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
a quadratura do círculo

sábado, 8 de outubro de 2011
fase de negação

Deixo-vos com Ana Mendieta, uma rebeldia com duas pernas grossas,vasos sanguíneos, ervas e corpos em revolta. justamente.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
millennium 3

domingo, 2 de outubro de 2011
tou com saudade
essencial, visceral,o sindroma, parece-me mesmo sob o prisma conceptual mais erróneo, que está certo, ou melhor, trouxe a Bethânia e disse: canta! e ela cantou, cantou só para mim, ao meu ouvido.
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