domingo, 2 de outubro de 2011

tou com saudade



essencial, visceral,o sindroma, parece-me mesmo sob o prisma conceptual mais erróneo, que está certo, ou melhor, trouxe a Bethânia e disse: canta! e ela cantou, cantou só para mim, ao meu ouvido.

8 comentários:

Maria Fonseca disse...

Coincidências. Acabei de postar este vídeo num outro local. :-)

via disse...

e onde foi? Seja bem-vinda!

Maria Fonseca disse...

No facebook.
(já ando por cá há algum tempo)

ss disse...

Sempre que a oiço leva-me de volta para a minha infância em que a minha irmã e os amigos a escutavam, entre pink floyd e Paul Simon.
:)

cs disse...

Com ela a palavra é tão metaforicamente inebriante. Com ela a palavras supera a imagem quando o mundo é, agora, visual. Gosto desta Beth grande de palavras :)))
recentemente postei este velejar dela
http://5sentidos-cs.blogspot.com/2011/02/velejando.html
:)

g disse...

Quando se está com saudades Betânia "toca fundo demais"!

bj

R. disse...

E ouvi-la é sempre uma benesse e um privilégio. E, quiçá, um bálsamo temporário para a saudade.

Um abraço.

via disse...

maria fonseca: mas é a primeira vez que comenta, ou esqueci-me de alguma coisa?

ss: começa a ter impacto por cá nos anos 80, há muuito tempo,no tempo dos Floyd, mas continua, agora velhinha a carregar muito nos ss, ehehe...

cs: com ela aprendi de cor muitos poemas, por exemplo o Cântigo Negro, do Régio."Vem por aqui, dizem-me alguns, segurando-me no braço e seguros que seria bom que os ouvisse..."

g: esta canção é uma ternura mesmo.

R: um bálsamo para a saudade, ninguém o diz melhor.abraço.